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Como estão os nossos DU's a desenhar o futuro da Gestão Laboratorial e Industrial

  • há 3 dias
  • 7 min de leitura
Como estão os nossos DU's a desenhar o futuro da Gestão Laboratorial e Industrial

Na Ambidata, acreditamos que a inovação não nasce apenas de linhas de código, mas da visão de quem as lidera. No horizonte de 2026

, onde a tecnologia e a ciência convergem para uma eficiência sem precedentes, a figura do gestor técnico evoluiu. Hoje, na nossa casa, os Directores de Unidade (DU’s) não são apenas gestores de projetos; são os arquitetos de uma mudança de paradigma.


Estamos a viver o Tech Shift: um salto que transforma o LabWay-LIMS® e o QMSiTech® em ecossistemas inteligentes, integrados e globais. Mas, para que esta transição seja mais do que técnica, é necessária uma liderança de proximidade — uma "mentoria de campo" que inspira equipas de desenvolvimento e fala a mesma língua dos nossos clientes.


Para compreender como estamos a moldar 2026, convidámos as mentes por trás da operação. Fomos conversar com a Patrícia Silva, o Rafael Couto, a Lara Dias, o Wilson Pereira e a María Eíris para perceber como a sua visão estratégica está a transformar problemas complexos em soluções que facilitam a vida de milhares de técnicos em todo o mundo.


Patrícia Silva | Ambidata Solutions & Consulting Team Manager

"Patrícia, como é que a tua equipa de consultoria está a transformar a implementação do LabWay-LIMS® de uma simples instalação técnica num processo de consultoria estratégica que realmente muda o jogo para o cliente?"


Para nós, implementar o LabWay-LIMS® nunca foi só instalar software. Se fosse, era um projeto de IT. E não é. Começamos sempre pelo processo, não pela ferramenta. Antes de configurar seja o que for, queremos perceber como o laboratório funciona de verdade: por onde passam as amostras, onde o processo emperra, onde há risco de erro, re-trabalho ou pressão normativa. Ouvimos muitas vezes: “sempre fizemos assim”. E o nosso papel é questionar isso, não para complicar, mas para simplificar com estrutura.

Ajudamos a redesenhar processos, clarificar responsabilidades e garantir uma rastreabilidade que funciona na prática, não só no papel.

Outro ponto-chave: autonomia. Capacitamos Gestores de Projeto e Key Users para que o cliente domine a ferramenta e saiba evoluir com ela, sem dependência constante do fornecedor.

No fim, o foco deixa de ser “instalar um LIMS” e passa a ser ganhar controlo: mais visibilidade, melhores indicadores, auditorias sem stress e decisões baseadas em dados. É aí que deixa de ser uma implementação: passa a ser transformação!


"Qual é o maior 'uau' que costumas ouvir de um gestor de laboratório quando percebe que o software finalmente resolveu aquela dor de cabeça que durava há anos?"


O maior “uau” nem sempre vem em forma de entusiasmo. Muitas vezes vem em forma de alívio. O que eu mais ouço é algo como: “Agora eu sei o que se passa no meu laboratório.”

Parece simples, mas para um gestor isto é enorme. Significa que deixou de depender de folhas de Excel paralelas, de perguntas constantes à equipa ou de correr atrás da informação sempre que há uma auditoria ou um problema.

De repente, a informação está lá. A rastreabilidade é clara. Os indicadores fazem sentido. E as decisões deixam de ser baseadas em feeling. Quando isso acontece, nota-se uma mudança no discurso. A pessoa deixa de falar de tarefas operacionais e começa a falar de estratégia, melhoria contínua, crescimento. E, muitas vezes, termina com uma reflexão quase frustrada: “Isto já devia estar assim há anos.”

Para mim, esse é o verdadeiro “uau”. Não é sobre o software impressionar. É sobre o gestor recuperar controlo, tempo e tranquilidade.


Rafael Couto | Software Engineering Team Manager

"Rafael, como é que manténs a malta de dev motivada e com aquele espírito de startup, garantindo que cada linha de código contribui para a visão da Ambidata para 2028?"


Não é fácil, mas é algo a que dou mesmo muita importância. Para mim, a equipa não está lá só para executar tarefas, são parte da solução. Cada pessoa sabe a mais-valia que traz e eu faço questão de que isso seja visível.

Sempre que aparece um desafio novo, tento envolver quem vai trabalhar nele desde o início, ouvir opiniões, discutir abordagens e decidir em conjunto. Quando as pessoas sentem que têm voz e que a sua opinião conta, o espírito de “start-up” aparece naturalmente: curiosidade, iniciativa e sentido de dono.

No fundo, o que mantém a equipa motivada é sentir que está a construir algo em conjunto, que cada ação tem impacto real e está alinhada com o caminho que a Ambidata quer seguir. Acho que uma das piores coisas que pode acontecer numa equipa é alguém ter uma boa ideia e sentir que não tem espaço para a dizer.

Quando as pessoas percebem o impacto do que fazem, a motivação deixa de ser algo que se tenta criar e passa a ser uma consequência natural


"Liderar a transição do "voltar a pensar no caminho". Qual é o maior desafio que a tua equipa está a superar para garantir que esta transição não comprometa a robustez de 20 anos da marca?"


O maior desafio desta transição tem sido preservar uma identidade clara e consistente numa equipa que sempre existiu para responder às necessidades reais da empresa. Ao longo do tempo, a equipa evoluiu, de um foco 100% dedicado a um projeto específico, para reporting, inovação e agora para áreas críticas como BI, integrações e suporte. Sempre guiada pelo que o negócio precisava em cada momento.

O desafio não está na mudança em si, mas em garantir que esta capacidade de adaptação não é confundida com perda de identidade. As necessidades da empresa têm de ser sempre a prioridade, mas isso não significa abdicar de princípios. Independentemente do foco, a equipa é reconhecida pelo mesmo rigor, fiabilidade e responsabilidade na entrega. É essa consistência que protege a robustez de uma marca com mais de 20 anos, mesmo quando o caminho muda.

Lara Dias | Ambidata Support & Training Manager

"Lara, o suporte é onde a tecnologia encontra a empatia. Como é que a formação que dás hoje capacita os técnicos de laboratório para deixarem de ser 'operadores de dados' e passarem a ser 'estrategas' no seu dia-a-dia?"


Para mim, o suporte nunca foi só resolver pedidos. É o sítio onde a tecnologia ganha contexto e onde a empatia faz toda a diferença.

Quando dou formação, não quero apenas ensinar “onde se clica”. Quero que os técnicos percebam o porquê das coisas, a lógica por trás dos processos e o impacto que cada ação tem no todo. Quando entendem isso, deixam de ser apenas operadores que inserem dados e passam a tomar decisões mais conscientes no dia-a-dia.

Um técnico que domina o sistema e percebe o fluxo completo, da colheita/amostra ao relatório, consegue antecipar problemas, melhorar a qualidade da informação e otimizar tempo. E isso muda completamente o papel dele dentro do laboratório. Passa de executante a alguém com visão estratégica sobre o processo. E é aí que a tecnologia deixa de ser só ferramenta e passa a ser um verdadeiro aliado.


"Na tua visão, como é que a excelência no suporte e a proximidade Ibérica nos tornam imbatíveis face aos gigantes globais que são super distantes?"


A nossa maior força está, sem dúvida, na proximidade.

Os gigantes globais têm escala, mas muitas vezes não têm contexto. Nós conhecemos a realidade dos nossos clientes, falamos a mesma língua, percebemos as exigências, as auditorias, as pressões do dia-a-dia.

Excelência no suporte não é só responder rápido. É ouvir, perceber o que está por trás da questão, acompanhar até estar mesmo resolvido. É criar relação.

A proximidade Ibérica dá-nos algo que não se compra: confiança. E no fim do dia, os clientes não escolhem apenas uma solução tecnológica, escolhem quem está ao lado deles quando precisam.

E essa combinação de competência técnica com proximidade humana é aquilo que, na minha visão, nos torna realmente diferenciadores.

Wilson Pereira | Software Engineering Team Manager

"Wilson, no desenvolvimento do QMSiTech®, qual é o papel central da inovação tecnológica para garantir que a conformidade e a qualidade deixem de ser um peso burocrático e passem a ser um processo ágil e automático?"


No desenvolvimento do QMSiTech®, na Ambidata, a inovação tecnológica é o que nos permite transformar a conformidade de um processo burocrático num sistema simples e praticamente automático.

Automatizamos tarefas repetitivas, ligamos processos e garantimos que a informação certa chega às pessoas no momento certo. O objetivo é claro: que a qualidade faça parte do dia a dia da operação, sem complicações.

A tecnologia não deve acrescentar peso, deve sim, simplificar.


"Trabalhas com uma equipa jovem e dinâmica. Como é que fomentas essa cultura de 'felicidade em falhar' para que o erro seja apenas um passo rápido em direção à próxima grande inovação?"


Trabalho com uma equipa jovem, dinâmica e com muita vontade de fazer acontecer. Criamos um ambiente onde experimentar faz parte do caminho e errar não é falhar, é aprender mais rápido.

Damos liberdade para investigar, testar ideias novas e explorar o que está a surgir no mercado. É daí que vêm as soluções disruptivas e a capacidade de nos mantermos na linha da frente da inovação.

Ao mesmo tempo, temos experiência, união e sentido de responsabilidade para corrigir rapidamente qualquer falha. Essa combinação entre liberdade e maturidade permite-nos evoluir de forma consistente.

No fundo, não se trata de errar. Trata se de aprender depressa e fazer melhor a seguir.

María Eiris Rodríguez | Ambidata España Consultant Manager

"María, como motor de nuestra expansión, ¿cómo estás trasladando al mercado español la visión de Ambidata de actuar con ‘una sola voz’, demostrando que somos un socio local con el nivel y la sofisticación de una multinacional?"


En el mercado español estamos reforzando la visión de Ambidata desde un principio fundamental: somos un solo equipo con una sola voz, independientemente del país donde operemos. Esto significa que cada cliente recibe un acompañamiento cercano, adaptado a su realidad local, pero respaldado por la solidez, la innovación y la metodología de una organización multinacional.

Esta alineación se refleja en cómo presentamos nuestras soluciones, cómo colaboramos internamente y cómo trasladamos el valor de nuestra experiencia global a cada proyecto en España. Nuestro mensaje es coherente en todos los niveles: proximidad local, excelencia internacional y un compromiso común con la transformación del laboratorio.


"¿Cómo están reaccionando los clientes en España a la integración de la IA (RA.IA) en el portafolio de Ambidata? ¿Sienten que, por fin, están entrando en el futuro de la gestión de laboratorio?"


Hoy en día la inteligencia artificial forma parte de nuestro día a día, y en el laboratorio no es diferente. Por eso, la llegada de RA.IA está siendo muy bien recibida por los clientes en España: la ven como una evolución natural que aporta eficiencia real desde el primer momento.

Una de las funcionalidades que más valoran es su capacidad para analizar boletines de forma automática, apoyando a los propios clientes de los laboratorios en el análisis de los resultados y en el cumplimiento de la normativa, proponiendo incluso acciones a tomar cuando los resultados no han sido los deseados.

Además, estamos trabajando constantemente en nuevas mejoras y en la evolución de RA.IA para que pueda apoyar cada vez más a los laboratorios en sus retos y tareas diarias. La idea es clara: que la IA no sea un concepto abstracto, sino una herramienta práctica que les acompañe y les facilite el trabajo.


 
 
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